Defesa Civil inicia entrega de embarcações e purificadores para municípios afetados pela cheia dos rios

Os equipamentos servirão para auxiliar as ações do órgão em resposta aos desastres de inundação

 

A Defesa Civil do Amazonas enviou seis embarcações e 68 purificadores de água do projeto “Água Boa”, na tarde desta terça-feira (16/08), para sete municípios da calha do rio Juruá. Os equipamentos servirão para auxiliar as ações do órgão em resposta à cheia dos rios. Está é a primeira entrega dos purificadores que foram adquiridos em junho.

 

Os purificadores estão sendo entregues em todos os municípios da calha: Carauari (8), Eirunepé (20), Envira (8), Guajará (8), Ipixuna (8), Itamarati (8) e Juruá (8). E as lanchas serão entregues para todas as cidades, exceto para Ipixuna, que já havia recebido a embarcação em outra ocasião.

 

Segundo a chefe da Diretoria de Respostas a Desastres e Suporte da Defesa Civil, tenente Aline Almeida, os equipamentos serão úteis para o combate de doenças transmitidas pela água e, também, para o período da vazante dos rios.

 

“Os purificadores de água são soluções alternativas onde a gente consegue fazer o tratamento da água, tirando águas tanto dos mananciais, como rio, açude, poços e transformando em uma água potável. Com isso a gente reduz o índice de doenças melhorando a saúde das comunidades ribeirinhas. Eles estão sendo entregues agora devido ao desastre de inundação, mas eles serão úteis durante todo o ano, tanto na época da estiagem, quanto na época da inundação”, explicou a tenente

 

As embarcações são lanchas com capacidade máxima para 15 pessoas, tendo 15 coletes e capacidade de carga de até 1.200 quilos. De acordo com a tenente, as embarcações serão utilizadas tanto para a locomoção de ações do órgão, incluindo as emergências, como também para a instalação dos reservatórios.

 

“As lanchas, além de ajudar no próprio transporte das pessoas, de ajuda humanitária, de medicamentos, também vai ajudar nossa equipe operacionalizar a instalação dos purificadores nas comunidades e, ainda, serve na hora de atender uma situação de desastre, de conseguir operacionalizar de forma mais rápida, de chegar a um local de desastre de forma mais rápida”, completou a chefe do departamento da Defesa Civil.